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Quem nunca andou de canoa
Não sabe o que é o mar
Quem nunca jogou capoeira de Angola
Não sabe o que é vadiar

Quem nunca andou de canoa
Não sabe o que é o mar
Quem nunca jogou capoeira de Angola
Não sabe o que é vadiar


É um vento que bate na vela
Que leva meu barco pro mar
E na roda de capoeira, meu gunga
Faz toque, eu quero vadiar

Quem nunca andou de canoa
Não sabe o que é o mar
Quem nunca jogou capoeira de Angola
Não sabe o que é vadiar


Ai meu Deus que vida é essa
Que é difícil de entender
Pois quem bate leva a lembrança
E não deixa a gente esquecer

Quem nunca andou de canoa
Não sabe o que é o mar
Quem nunca jogou capoeira de Angola
Não sabe o que é vadiar


Quem sabe o que é saudade
Na vida quem já amou
Olha quem conhece a viola
É o peito do tocador

Quem nunca andou de canoa
Não sabe o que é o mar
Quem nunca jogou capoeira de Angola
Não sabe o que é vadiar


Não sabe o que é vadiar
Vadiar, vadiar

Não sabe o que é vadiar
Vadiar, vadiar
Those who never rode a canoe
Don’t know what the sea is
Who has never played capoeira in Angola
Don’t know what it’s like to play

Those who never rode a canoe
Don’t know what the sea is
Who has never played capoeira in Angola
Don’t know what it’s like to play

It’s a wind that hits the sail
That takes my boat out to sea
And in the capoeira circle, my gunga
Plays a rhythm, I want to hang around

Those who never rode a canoe
Don’t know what the sea is
Who has never played capoeira in Angola
Don’t know what it’s like to play

Oh my God what a life this is
That is hard to understand
For whoever hits carries the memory
And doesn’t let us forget

Those who never rode a canoe
Don’t know what the sea is
Who has never played capoeira in Angola
Don’t know what it’s like to play

Those who know what homesickness is
In life those who loved
Look, the one who knows the viola
Is the player’s heart

Those who never rode a canoe
Don’t know what the sea is
Who has never played capoeira in Angola
Don’t know what it’s like to play

Don’t know what it’s like to play
To play, to play

Don’t know what it’s like to play
To play, to play
Author: Mestre Pernalonga